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Base comum · Módulo 05 · 12 minutos

Pessoas, cultura e dados arrumados

A ferramenta compra-se. O resto constrói-se.

Se há uma ideia para levar da base comum, é esta: o que faz a IA resultar ou falhar raramente é a tecnologia. É a organização à volta dela. Três alavancas fazem a diferença.

AlavancaO que significa numa PME
PessoasFormar quem usa a IA, e juntar perfis diferentes a rever o que ela produz
CulturaPoder experimentar, errar e melhorar, sem esconder o que corre mal
RegrasSaber que ferramentas se usam, que dados entram e quem revê

Equipas com perspetivas variadas detetam mais erros e mais estereótipos nas respostas da IA. Uma cultura com medo de falhar não chega a experimentar.

Antes da IA, arrume os dados

A IA só é tão boa quanto a informação que lhe dá. Uma PME não precisa de grandes projetos de dados. Bastam três passos:

  1. Organizar: ficheiros, catálogos e listas num só sítio, atualizados, em vez de espalhados por dez pastas e cabeças.
  2. Qualidade: dados certos e sem duplicados valem mais do que muitos dados errados.
  3. Proteger: separar o que é confidencial e nunca o expor em ferramentas abertas.

Num caso real que acompanhámos, um grupo de transportes, o primeiro ganho veio precisamente daqui: juntar num só registo os movimentos de vários bancos, sem duplicados e classificados segundo as regras da empresa. Só depois disso a automação passou a render.

Com a base comum concluída, siga para a sua percurso: Equipas, se usa a IA no dia-a-dia, ou Decisores, se decide como a empresa a usa.